Melhor subir e deitar num pedaço de azul,
Onde o corpo sutil prevaleça e descanse.
Onde a mente esqueça imagens e dores.
Depois, levar o peito ferido aos anjos.
Subir, subir, subir... Para sempre e eternamente,
Na companhia de um eu sem máculas, só,
Sem passado, sem presente...
Que contemple a lua, indiferente...
Gilson Froelich

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