Balança, balança,
Calado, envolto na lembrança,
De dentro de mim não sai, não sai...
Tua face de bondade, pai,
Balança, balança,
Qual pureza de criança,
Imagem que de mim não sai, não sai...
Tua ausência sentida, pai,
Balança, balança,
Numa saudade que avança, e avança,
Agarrada nesta lágrima que cai,
E se esvai...
Mas de dentro de mim não sai, não sai...
Gilson Froelich – direitos reservados

Melódido e poético, Gilson.
ResponderExcluirA repetição das palavras me causou uma sensação de sinos aos fundo.
Poema que nos pega pelo coração, nos prende pela emoção.
Uma bela escolha para a semana que transcorre; onde nos apegamos aos que amamos e nos aproximamos dos distantes.
Parabéns, poeta.
Beijo big ternurento
Adorei
ResponderExcluir